Audiência Pública debate a importância da atividade física para idosos

Professor da UCB foi um dos convidados e apresentou um de seus projetos ligados ao tema no qual é especialista

Na última terça-feira (16/09), a Câmara dos Deputados promoveu uma Audiência Pública sobre “A Importância da Atividade Física para a Saúde do Idoso”. O evento reuniu especialistas, autoridades e representantes da sociedade civil, com participação online do professor Hélio Lemos Furtado, da Universidade Castelo Branco (UCB).

Pós-doutor em Educação Física pela UFRJ e especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Hélio Furtado coordena projetos voltados à terceira idade, como o “UCB 60+”, que promove e incentiva atividades físicas para melhorar a qualidade de vida dos idosos.

Segundo o Ministério da Saúde, em 2025, o Brasil conta com cerca de 32,9 milhões de idosos (15,8% da população), amparados pelo Estatuto da Pessoa Idosa (Lei nº 10.741/2003), que garante direitos como prioridade em serviços públicos, vagas de estacionamento, proteção contra violências, acesso à saúde, gratuidade em transportes coletivos e meia entrada em atividades culturais, dependendo das regulamentações locais.

A sessão foi presidida pelo deputado Dr. Luiz Ovando (PP-MS) e teve a participação de representantes do Ministério da Saúde, SESC, Sociedade Brasileira de Atividade Física e Saúde, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e Conselho Regional de Fisioterapia do Ceará, todos atuantes no tema proposto.

“A gente consegue proporcionar aqui, uma relação intergeracional muito positiva. Isso é um modelo que citei na apresentação e que se as instituições de ensino tivessem oportunidade, nós teríamos dois benefícios: Trazer os idosos pra dentro da universidade para que eles tivessem uma convivência muito relevante e salutar; e também, criar uma oportunidade de evitar o etarismo com essa população, permitindo uma convivência mais próxima com a população mais jovem, para verem como é importante, essa relação amistosa, para que no futuro a gente consiga fazer com que a sociedade seja um pouco mais justa e não aconteça mais esse preconceito”, disse o professor Hélio em um de seus momentos de fala.

O Rio de Janeiro conta hoje com 1.359 Academias da Terceira Idade (ATI). Criadas em 2004 a partir de políticas públicas voltadas à promoção da atividade física entre pessoas com mais de 60 anos, esses espaços oferecem equipamentos especialmente desenvolvidos para permitir a prática segura de exercícios para pessoas nessa faixa etária. Elas são comumente encontradas em praças e áreas de lazer pela cidade.

É gratuito, todos podem e devem utilizar, para uma melhor qualidade de vida.

Para assistir a sessão na íntegra, clique AQUI!

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